A partir daqui vou tentar recuperar o máximo da história da viagem, pois já estou em casa, e a memória já não está tão viva.
Bem, no terceiro dia em Barcelona tomamos o ônibus turístico do ponto em que nos deixou no dia anterior, e aqui cabe sugerir a utilização desse serviço. O fato é que se você, assim como nós, prefere optar por um hotel mais confortável, ao invés de ficar lá no centro, onde os preços das acomodações aumentam, o roteiro do ônibus turístico é importante, já que passa a ser o meio de transporte para retorno ao hotel, e o reinício do passeio, no dia seguinte.
Fomos à Sagrada Família, admiramos todos os ângulos da catedral pelo lado de fora, pois a fila era proibitiva, passeamos pelo Parc Guell, e deixamos por lá o resto da energia para saltar do ônibus e explorar as atrações turísticas.
Rosana adorou o Parc Guell, e eu achei uma perda de tempo.
Não sei se gosto de Gaudí, pois seus traços retorcidos podem ser diferentes, mas, honestamente, não me dizem nada de especial.
Por outro lado, para chegar ao Parc Guell é preciso subir um ladeirão, e, no fim, encarar uma multidão, entre turistas e camelôs, o que não é nada agradável.
Dali para frente curtimos o passeio até a casa Batlló, onde mais uma fila nos levou para o almoço.
Eu havia selecionado um restaurante, mas a fome da Rosana não deixou a gente chegar lá, e paramos em um lugar inesperado.
A comida foi boa, por 24 euros, com entrada, prato principal e sobremesa, mais vinho da casa e água.
Daí Rosana foi às compras, e eu também, pois havia uma casa de vinhos onde não pude resistir aos preços.
No fim, retomamos o ônibus turístico, que nos deixou em nosso hotel.
Ainda deu tempo para relaxar na piscina, e dar um pulinho em um shopping próximo ao hotel.
No dia seguinte, acordei cedo e fui ao aeroporto buscar o carro que aluguei por 11 euros, mas aí já começa uma outra história.
Vamos a algumas fotos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente aqui.