19 de junho de 2012.
Foi complicado encontrar o local de entrega no GPS, mas deu tudo certo e chegamos com antecedência no aeroporto de Barcelona.
O problema é que resolvemos ver as fotos e filmes da viagem, e acabei me confundindo em relação ao horário, o que nos fez perder o voo.
Quando nos apresentamos no portão de embarque, o avião estava lá, conectado, mas o comandante já havia travado as portas.
Foi um terror!
Descemos, pegamos a bagagem, mas identificamos que uma delas seguiu para Lisboa, e isso foi a nossa sorte.
Fizemos a reentrada na Espanha, e ficamos um tempo "no escuro", pois não havia nenhum representante da TAP presente, até que obtive um telefone da TAP internacional, onde comuniquei os fatos e pedi alteração da passagem de Lisboa para o Rio.
A primeira notícia que recebemos dava conta de termos que pagar 800 dólares pela remarcação, e cheguei a passar os dados do cartão, mas quando me apresentei no balcão recebi duas notícias ótimas.
A primeira foi de que não precisaria pagar nada, e a segunda, que só haveria voo para o Brasil no dia seguinte.
Então, ganhamos um dia a mais de viagem.
Assim que chegamos ao aeroporto em Lisboa fomos procurar nossa mala que tinha sido embarcada no voo anterior, o que nos tomou uns 30 minutos, e enquanto isso reservei um hotel http://www.booking.com/hotel/pt/viparts.html?aid=304142&label=postbooking_confemail bem ao lado do Rio Tejo, junto às instalaçòes da Expo 98, por 62 euros!
Foi maravilhoso, pois além do hotel ser muito bom, a localização era perfeita para o que precisávamos, com um belo visual, jardins, e excelentes restaurantes, com preços ainda melhores.
O dia estava ensolarado, como em todos os outros dias da viagem, o que nos permitiu relaxar após todo o estresse que vivenciamos.
Fechamos o dia com um delicioso jantar à beira do Tejo, acompanhado pelo corretíssimo Chaminé, a incríveis 9 euros a garrafa.
Quando voltamos ao hotel já era noite, e a temperatura estava na casa dos 16 graus, a menor que experimentamos em toda a viagem.
No dia seguinte, chegamos ao aeroporto em 5 minutos, e não tivemos nenhuma surpresa até pegarmos o voo, encerrando esta maravilhosa viagem.
Então, até a próxima.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
O último dia em Barcelona
Dia 18 de junho de 2012.
Rosana queria fazer compras, e como não tenho saco para isso resolvi ir a um shopping, e escolhi o Lilla Diagonal http://www.trivago.com.br/barcelona-31965/lojas/lilla-diagonal-734746 para isso, já que eu podia estacionar em segurança, e poderíamos almoçar por lá também.
Por outro lado, enquanto Rosana fazia as compras, e ela adora encontrar bons preços, eu podia tomar umas taças de vinho, comer uns tapas, um bom café, e, quem sabe, comprar alguma coisa também.
Passamos horas por lá, como previsto, o que incluiu o almoço, em restaurantes separados, pois, enquanto Rosana buscava suas saladas e alimentação cheia de vitaminas, sais minerais, antioxidantes, e tudo o que é saudável, me entreguei a uma paleta de cordeiro maravilhosa.
Depois de tudo fomos passear de carro pela cidade, e eu queria conhecer o aquário de barcelona, enquanto Rosana continuava as compras no http://www.trivago.com.br/barcelona-31965/lojas/marem%C3%A0gnum-33206 .
É um belo aquário, com tubarões, arraias, e outros animais marinhos. Valeu.
Depois, fomos fazer as malas, e preparar-nos para o voo de volta.
A saudade das meninas era grande, e eu tinha que fazer a devolução do carro, antes de tomar o voo de volta pela manhã, mais isso já é uma outra história.
Rosana queria fazer compras, e como não tenho saco para isso resolvi ir a um shopping, e escolhi o Lilla Diagonal http://www.trivago.com.br/barcelona-31965/lojas/lilla-diagonal-734746 para isso, já que eu podia estacionar em segurança, e poderíamos almoçar por lá também.
Por outro lado, enquanto Rosana fazia as compras, e ela adora encontrar bons preços, eu podia tomar umas taças de vinho, comer uns tapas, um bom café, e, quem sabe, comprar alguma coisa também.
Passamos horas por lá, como previsto, o que incluiu o almoço, em restaurantes separados, pois, enquanto Rosana buscava suas saladas e alimentação cheia de vitaminas, sais minerais, antioxidantes, e tudo o que é saudável, me entreguei a uma paleta de cordeiro maravilhosa.
Depois de tudo fomos passear de carro pela cidade, e eu queria conhecer o aquário de barcelona, enquanto Rosana continuava as compras no http://www.trivago.com.br/barcelona-31965/lojas/marem%C3%A0gnum-33206 .
É um belo aquário, com tubarões, arraias, e outros animais marinhos. Valeu.
Depois, fomos fazer as malas, e preparar-nos para o voo de volta.
A saudade das meninas era grande, e eu tinha que fazer a devolução do carro, antes de tomar o voo de volta pela manhã, mais isso já é uma outra história.
domingo, 15 de julho de 2012
Um domingo em Barcelona
17 de Junho de 2012.
Estávamos cansados, e resolvemos dormir um pouco mais, acordar com calma, e planejar melhor o que fazer durante o dia.
No dia anterior, fiz uma caminhada no entorno do hotel http://www.booking.com/hotel/es/laumon.pt-br.html?sid=047bbe081b850f06af1ccac7065fff86;dcid=2 , e selecionei um restaurante, dos poucos não conduzidos por um chinês, que me parecia "amigável" à Rosana, pois os preços eram bons e o cardápio incluía coisas que ela gosta bastante.
Então, ao sairmos do hotel, próximo ao meio-dia, fomos direto à pracinha onde o restaurante se localiza, e almoçamos por lá.
Pedi uma parrillada, e Rosana pediu um bacalhau, mas antes comi um espaguete, e Rosana uma salada de bacalhau, acompanhados por um vinho tinto de Rioja, e finalizados por sobremesas simples, mas deliciosas, como tudo o mais que comemos, por 15 euros.
A seguir, fomos passear pelos arredores, em um bairro residencial muito agradável, bastante arborizado, e depois resolvemos ir a Montjuic, fazendo um tour de carro.
Estacionamos ao lado do teleférico, onde fizemos um passeio panorâmico, com um visual muito legal dos parques e das instalações olímpicas, visitamos a fortaleza de Montjuic, tiramos muitas fotos, e seguimos para a praia.
Conseguimos estacionar bem na "zona do agrião", no Passeig de Joan de Borbó, e dali seguimos em direção à Plaça del Mar, onde nos deparamos com uma grande festa, com muitos jovens, dançando, vendendo coisas pessoais, produtos orgânicos, em um espaço que parece apropriado para esse tipo de coisa.
Na areia, a mulherada de topless, e muitos grupos fazendo festa, dançando ou cantando, contaminando o ambiente com toda a alegria.
Aparentemente, ali estava o pessoal de Barcelona, fazendo o seu programa de domingo, mas chamou-nos a atenção a presença de gente de todo o mundo, entre orientais, africanos, latinos, nórdicos, enfim, gente de todos os continentes, e de todas as línguas.
Fomos caminhando, apreciando o por do sol no meio do caminho, até o Port Olimpic, onde estão o cassino, muitos restaurantes, monumentos (como o peixe metálico), com todo o tipo de opção de refeição, desde os snacks, até os jantares mais sofisticados, por preços civilizados.
Como havíamos comido muito no almoço, optamos pelos sandubas, sendo que Rosana comeu um falafel, e eu um big mac.
Em uma das casas do Port Olimpic, o som, no espaço de dança, era brasileiro, com direito a coreografia sincronizada entre todos os participantes.
A caminhada de volta ao carro foi ótima, pois a temperatura havia diminuido bastante, e agora as pessoas estavam nos restaurantes, bares, e cafés, bastante cheios e alegres.
Foi um ótimo dia, e agora precisávamos descansar para o último dia em Barcelona, mas aí já é uma outra história.
Estávamos cansados, e resolvemos dormir um pouco mais, acordar com calma, e planejar melhor o que fazer durante o dia.
No dia anterior, fiz uma caminhada no entorno do hotel http://www.booking.com/hotel/es/laumon.pt-br.html?sid=047bbe081b850f06af1ccac7065fff86;dcid=2 , e selecionei um restaurante, dos poucos não conduzidos por um chinês, que me parecia "amigável" à Rosana, pois os preços eram bons e o cardápio incluía coisas que ela gosta bastante.
Então, ao sairmos do hotel, próximo ao meio-dia, fomos direto à pracinha onde o restaurante se localiza, e almoçamos por lá.
Pedi uma parrillada, e Rosana pediu um bacalhau, mas antes comi um espaguete, e Rosana uma salada de bacalhau, acompanhados por um vinho tinto de Rioja, e finalizados por sobremesas simples, mas deliciosas, como tudo o mais que comemos, por 15 euros.
A seguir, fomos passear pelos arredores, em um bairro residencial muito agradável, bastante arborizado, e depois resolvemos ir a Montjuic, fazendo um tour de carro.
Estacionamos ao lado do teleférico, onde fizemos um passeio panorâmico, com um visual muito legal dos parques e das instalações olímpicas, visitamos a fortaleza de Montjuic, tiramos muitas fotos, e seguimos para a praia.
Conseguimos estacionar bem na "zona do agrião", no Passeig de Joan de Borbó, e dali seguimos em direção à Plaça del Mar, onde nos deparamos com uma grande festa, com muitos jovens, dançando, vendendo coisas pessoais, produtos orgânicos, em um espaço que parece apropriado para esse tipo de coisa.
Na areia, a mulherada de topless, e muitos grupos fazendo festa, dançando ou cantando, contaminando o ambiente com toda a alegria.
Aparentemente, ali estava o pessoal de Barcelona, fazendo o seu programa de domingo, mas chamou-nos a atenção a presença de gente de todo o mundo, entre orientais, africanos, latinos, nórdicos, enfim, gente de todos os continentes, e de todas as línguas.
Fomos caminhando, apreciando o por do sol no meio do caminho, até o Port Olimpic, onde estão o cassino, muitos restaurantes, monumentos (como o peixe metálico), com todo o tipo de opção de refeição, desde os snacks, até os jantares mais sofisticados, por preços civilizados.
Como havíamos comido muito no almoço, optamos pelos sandubas, sendo que Rosana comeu um falafel, e eu um big mac.
Em uma das casas do Port Olimpic, o som, no espaço de dança, era brasileiro, com direito a coreografia sincronizada entre todos os participantes.
A caminhada de volta ao carro foi ótima, pois a temperatura havia diminuido bastante, e agora as pessoas estavam nos restaurantes, bares, e cafés, bastante cheios e alegres.
Foi um ótimo dia, e agora precisávamos descansar para o último dia em Barcelona, mas aí já é uma outra história.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Retornando à Barcelona
Dia 16 de junho de 2012.
Acordamos cedo e partimos para Carcassone.
O carro ficou estacionado na rua, ao lado do hotel, e o GPS continuava cego ao partirmos, de forma que precisei me ligar na sinalização, até que o aparelho voltou a funcionar.
Tomamos o café da manhã na estrada, e seguimos para conhecer o maior castelo medieval de toda a europa.
As estradas, como sempre, estavam ótimas, com exceção dos pedágios, que têm tecnologias diferentes, e, muitas vezes, por conta de entrar na fila errada, tive que pedir ajuda para fazer uma operação imprevista naquela fila, tal como pagar em dinheiro, e gente, de carne e osso, é o que não há nesses lugares.
No entanto, sempre que precisei fui auxiliado com simpatia.
Chegamos a Carcassone com uma certa desconfiança, pois a cidade, ao menos pelo trajeto que fizemos, nos pareceu feia, assim meio largada.
Estacionamos sob uma praça, onde acontecia uma feira onde vimos apenas muçulmanos, e depois seguimos para o castelo, que é tão grande que engana quem pensa que já chegou lá.
Atravessamos uma ponte do nosso tempo, enquanto olhávamos uma outra, da idade média, e lá ao fundo, bem no alto, a imagem grandiosa do castelo.
Atravessamos uma vila, e subimos uma ladeira, antes de alcançarmos o portão de entrada daquele monstruoso castelo.
Havia um sujeito tocando um instrumento diferentão, cujo som era um toque medieval, harmonizando com o castelo, aliás, em muitos momentos, durante toda a viagem, vimos instrumentos de todo o tipo em muitas das cidades que visitamos.
Depois de uma caminhada cansativa, e de um passeio agradável pelas instalações dentro do castelo resolvemos parar para uma boquinha, e como estávamos em Carcassone, fomos comer um cassoulet.
É a feijoada deles, e comida típica da região do Languedoc-Roussillon, e estava fantástico.
Conversa daqui, conversa dali, descobrimos que a cozinheira era uma mulata brasileiríssima.
Depois de caminhar mais um pouco, passando, inclusive, por uma espécie de praça de alimentação lotadíssima, resolvemos seguir em direção à Cadaques.
O dia estava lindo, e nossa expectativa era grande.
Na fronteira com a Espanha tivemos que amargar um baita congestionamento, pois havia uma blitz, com militares armados com metralhadoras e coisa e tal, mas, felizmente, o assunto não era conosco.
Enquanto nos aproximávamos, o visual ia se alterando, pois trata-se de uma espécie de "região dos lagos", onde as pessoas têm casas de veraneio, e o mar está logo ali.
De repente, começamos a subir, e lá do alto, o mar parecia convidar-nos para um encontro, com visuais cada vez mais bonitos, até chegarmos naquela "vila" de casas brancas, onde a mansidão é a tônica.
Fomos dirigindo até encontrarmos um lugar para parar, que, por acaso, pertencia a irmã de Salvador Dali.
Apesar das pedras, deu vontade de por a sunga e mergulhar naquele mar calmíssimo, e transparente, para curtir um pouquinho, mas após algumas informações acabamos indo conhecer a casa de Dali, que ficava no lado oposto ao que estávamos.
E assim fomos, pelas ruelas tortuosas, até alcançarmos a casa.
Você não precisa fazer nada, pois apenas olhar pelo caminho, e continuar observando aquele lugar mágico, luminoso, onde o branco das casas harmoniza perfeitamente com o azul do mar, assim que para, em qualquer lugar por ali, já é uma festa, e uma vitória da beleza, da paz, e da poesia abstrata, cujo significado é diferente para cada um, embora inspire o melhor.
Saímos de Cadaques com a certeza de termos feito algo muito especial, apenas por termos ficado algumas horas por lá.
Próximo destino, o hotel em Barcelona, onde iríamos dormir.
Eu estava no bagaço, mas ainda pensava em fazer alguma coisa naquele sábado à noite em Barcelona, mas a única coisa que conseguimos foi um pouco de sorte para estacionar o carro em frente ao hotel, economizando 15 euros, e encontrar uma panaderia para fazer um lanche antes de dormir, pois, no dia seguinte, estaríamos voltando a explorar Barcelona, mas isso já é uma outra história.
Acordamos cedo e partimos para Carcassone.
O carro ficou estacionado na rua, ao lado do hotel, e o GPS continuava cego ao partirmos, de forma que precisei me ligar na sinalização, até que o aparelho voltou a funcionar.
Tomamos o café da manhã na estrada, e seguimos para conhecer o maior castelo medieval de toda a europa.
As estradas, como sempre, estavam ótimas, com exceção dos pedágios, que têm tecnologias diferentes, e, muitas vezes, por conta de entrar na fila errada, tive que pedir ajuda para fazer uma operação imprevista naquela fila, tal como pagar em dinheiro, e gente, de carne e osso, é o que não há nesses lugares.
No entanto, sempre que precisei fui auxiliado com simpatia.
Chegamos a Carcassone com uma certa desconfiança, pois a cidade, ao menos pelo trajeto que fizemos, nos pareceu feia, assim meio largada.
Estacionamos sob uma praça, onde acontecia uma feira onde vimos apenas muçulmanos, e depois seguimos para o castelo, que é tão grande que engana quem pensa que já chegou lá.
Atravessamos uma ponte do nosso tempo, enquanto olhávamos uma outra, da idade média, e lá ao fundo, bem no alto, a imagem grandiosa do castelo.
Atravessamos uma vila, e subimos uma ladeira, antes de alcançarmos o portão de entrada daquele monstruoso castelo.
Havia um sujeito tocando um instrumento diferentão, cujo som era um toque medieval, harmonizando com o castelo, aliás, em muitos momentos, durante toda a viagem, vimos instrumentos de todo o tipo em muitas das cidades que visitamos.
Depois de uma caminhada cansativa, e de um passeio agradável pelas instalações dentro do castelo resolvemos parar para uma boquinha, e como estávamos em Carcassone, fomos comer um cassoulet.
É a feijoada deles, e comida típica da região do Languedoc-Roussillon, e estava fantástico.
Conversa daqui, conversa dali, descobrimos que a cozinheira era uma mulata brasileiríssima.
Depois de caminhar mais um pouco, passando, inclusive, por uma espécie de praça de alimentação lotadíssima, resolvemos seguir em direção à Cadaques.
O dia estava lindo, e nossa expectativa era grande.
Na fronteira com a Espanha tivemos que amargar um baita congestionamento, pois havia uma blitz, com militares armados com metralhadoras e coisa e tal, mas, felizmente, o assunto não era conosco.
Enquanto nos aproximávamos, o visual ia se alterando, pois trata-se de uma espécie de "região dos lagos", onde as pessoas têm casas de veraneio, e o mar está logo ali.
De repente, começamos a subir, e lá do alto, o mar parecia convidar-nos para um encontro, com visuais cada vez mais bonitos, até chegarmos naquela "vila" de casas brancas, onde a mansidão é a tônica.
Fomos dirigindo até encontrarmos um lugar para parar, que, por acaso, pertencia a irmã de Salvador Dali.
Apesar das pedras, deu vontade de por a sunga e mergulhar naquele mar calmíssimo, e transparente, para curtir um pouquinho, mas após algumas informações acabamos indo conhecer a casa de Dali, que ficava no lado oposto ao que estávamos.
E assim fomos, pelas ruelas tortuosas, até alcançarmos a casa.
Você não precisa fazer nada, pois apenas olhar pelo caminho, e continuar observando aquele lugar mágico, luminoso, onde o branco das casas harmoniza perfeitamente com o azul do mar, assim que para, em qualquer lugar por ali, já é uma festa, e uma vitória da beleza, da paz, e da poesia abstrata, cujo significado é diferente para cada um, embora inspire o melhor.
Saímos de Cadaques com a certeza de termos feito algo muito especial, apenas por termos ficado algumas horas por lá.
Próximo destino, o hotel em Barcelona, onde iríamos dormir.
Eu estava no bagaço, mas ainda pensava em fazer alguma coisa naquele sábado à noite em Barcelona, mas a única coisa que conseguimos foi um pouco de sorte para estacionar o carro em frente ao hotel, economizando 15 euros, e encontrar uma panaderia para fazer um lanche antes de dormir, pois, no dia seguinte, estaríamos voltando a explorar Barcelona, mas isso já é uma outra história.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Dirigindo a Montpellier
Dia 15 de junho de 2012.
Acordamos cedo, tomamos o café sob os alpes, e seguimos para Les Baux de Provance.
O GPS estava tão encantado com aquele visual dos alpes que acabou nos levando para lá.
Fomos passando por castelos e comunidades medievais, muitos ciclistas profissionais, em uma estradinha florida, serpenteando pelo topo das montanhas.
Víamos umas construções medievais ao longe, e de repente estávamos lá, até que resolvi acabar com a festa, pois precisávamos ir na direção de Les Baux, e retornei até o GPS refazer a rota certa.
Acabamos pegando um engarrafamento antes de sairmos, pois havia uma obra no caminho, mas a viagem foi confortável, e chegamos a Les Baux no horário previsto.
Passamos por uns vilarejos onde Rosana queria ficar, mas seguimos em frente, até que chegamos, e ao estacionarmos ganhamos um ticket de estacionamento, como em outras oportunidades.
O primeiro contato foi muito acima da expectativa, pois bem antes de chegarmos ao castelo já estávamos encantados com a topografia do entorno, que é belíssima.
A visita ao castelo compreende uma parte não gratuita, e, como estávamos com tempo, resolvemos encarar.
Foi a decisão certa, pois há uma história contada a cada marco, com equipamentos usados nas batalhas medievais, e um visual que vale o ingresso.
É uma visita obrigatória, e das mais belas, de tudo o que vimos até aqui.
Rosana comprou umas coisinhas, e eu estava fisicamente derrubado, o que me atrapalhou um pouquinho, mas ficamos satisfeitos, e partimos para Montpellier.
A viagem foi tranquila, mas ao chegarmos em Montpellier o GPS perdeu a conexão com o satélite.
Fui dirigindo um pouco mais lentamente, esperando que a conexão voltasse, mas como isso não aconteceu, na primeira oportunidade que tive estacionei para averiguar onde estava, e o que fazer.
Ao sair do carro vi que tratava-se nada menos do que o hotel que me hospedaria http://www.booking.com/hotel/fr/montcentreantigone.pt-br.html?sid=628fefe6335bc9adc307840d389a68b2;dcid=2 !!!!!!
Bem, Deus ajuda a quem trabalha, e aos aposentados também, né?
A princípio, considerávamos uma parada para descanso em Montpellier, mas fomos surpreendidos por uma cidade encantadora, já que estávamos há dez minutos de caminhada até o centro histórico, onde o pessoal se reúne para comer e beber.
Acabamos encontrando um restaurante bastante interessante, e comi um coq au vin muito acima da média, acompanhado de um perfumadíssimo rosée, e finalizando com uma sobremesa de chocolate.
Foi uma caminhada agradável, mas acho que foi a gota d'água para o dia seguinte, quando conheceríamos Carcassone e Cadaqués, antes de retornar a Barcelona, mas isso já é outra história.
Acordamos cedo, tomamos o café sob os alpes, e seguimos para Les Baux de Provance.
O GPS estava tão encantado com aquele visual dos alpes que acabou nos levando para lá.
Fomos passando por castelos e comunidades medievais, muitos ciclistas profissionais, em uma estradinha florida, serpenteando pelo topo das montanhas.
Víamos umas construções medievais ao longe, e de repente estávamos lá, até que resolvi acabar com a festa, pois precisávamos ir na direção de Les Baux, e retornei até o GPS refazer a rota certa.
Acabamos pegando um engarrafamento antes de sairmos, pois havia uma obra no caminho, mas a viagem foi confortável, e chegamos a Les Baux no horário previsto.
Passamos por uns vilarejos onde Rosana queria ficar, mas seguimos em frente, até que chegamos, e ao estacionarmos ganhamos um ticket de estacionamento, como em outras oportunidades.
O primeiro contato foi muito acima da expectativa, pois bem antes de chegarmos ao castelo já estávamos encantados com a topografia do entorno, que é belíssima.
A visita ao castelo compreende uma parte não gratuita, e, como estávamos com tempo, resolvemos encarar.
Foi a decisão certa, pois há uma história contada a cada marco, com equipamentos usados nas batalhas medievais, e um visual que vale o ingresso.
É uma visita obrigatória, e das mais belas, de tudo o que vimos até aqui.
Rosana comprou umas coisinhas, e eu estava fisicamente derrubado, o que me atrapalhou um pouquinho, mas ficamos satisfeitos, e partimos para Montpellier.
A viagem foi tranquila, mas ao chegarmos em Montpellier o GPS perdeu a conexão com o satélite.
Fui dirigindo um pouco mais lentamente, esperando que a conexão voltasse, mas como isso não aconteceu, na primeira oportunidade que tive estacionei para averiguar onde estava, e o que fazer.
Ao sair do carro vi que tratava-se nada menos do que o hotel que me hospedaria http://www.booking.com/hotel/fr/montcentreantigone.pt-br.html?sid=628fefe6335bc9adc307840d389a68b2;dcid=2 !!!!!!
Bem, Deus ajuda a quem trabalha, e aos aposentados também, né?
A princípio, considerávamos uma parada para descanso em Montpellier, mas fomos surpreendidos por uma cidade encantadora, já que estávamos há dez minutos de caminhada até o centro histórico, onde o pessoal se reúne para comer e beber.
Acabamos encontrando um restaurante bastante interessante, e comi um coq au vin muito acima da média, acompanhado de um perfumadíssimo rosée, e finalizando com uma sobremesa de chocolate.
Foi uma caminhada agradável, mas acho que foi a gota d'água para o dia seguinte, quando conheceríamos Carcassone e Cadaqués, antes de retornar a Barcelona, mas isso já é outra história.
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