Tiramos o dia para explorar Florença.
Tomamos o ônibus, após comprarmos a passagem em um bar, saltamos próximo ao Duomo, no coração de Florença.
Trata-se da Basilica de Santa Maria del Fiore, que para os que se ligam na história, levou seis séculos para ser concluída.
Fomos lá dentro, pois era de graça e não tinha fila, e vimos de perto a famosa cúpula de Brunelleschi.
Na saída, havia o Campanário de Gioto, e o Batistério.
Havia muita gente, especialmente orientais, e fugimos dali.
Fomos caminhando até a plazza de la Signoria, onde o Palazzo Vecchio domina a cena.
Muitos cafés, restaurantes, obras de arte, artistas por todo o lado, e duzentos e cinquenta trilhões de pessoas.
Eu queria ir a Galleria degli Uffizi porque achava que iria fazer conexões históricas, que de alguma forma me levariam ao renascimento, e ao cara que inspirou a maioria dos déspotas que leram o seu manual de como tomar e manter o poder, e de onde a história cunhou a frase que jamais foi dita, escrita, ou sugerida por Maquiavel: "os fins justificam os meios".
Por tudo que li sobre este personagem que assim como Aristóteles, e Santo Agostinho, dividiu a história da conduta humana em antes e depois dele, a frase que melhor caracterizaria o que escreveu em "O Príncipe" seria "os fins determinam os meios".
Entramos em uma fila não muito longa, mas bastante demorada, e Rosana estava indócil, pois já havia passado de meio-dia, e o programa iria demorar, afinal estava ali todo o legado dos Médici, que governaram Florença por três séculos.
Bem, eu preferia fazer uma incursão um pouco mais lentamente, mas não deu.
Depois disso veio o almoço, compras, compras e compras, até em supermercado.
Acabou sendo um dia muito estressante, com gente demais, muita caminhada para comprar coisas de menos, e aproveitamento decepcionante de uma tarde em Florença.
Trocamos a capital da Toscana por incursões nas Zaras, HMs, e até um supermercado estilo "Princesa" deles.
No meio do caminho ainda recarreguei um pouco as baterias com uma taça de um Chianti, mas no fim estava exausto, estressado, e com uma péssima impressão de uma cidade que é considerada um dos melhores destinos de turismo no mundo.
No dia seguinte, voltaríamos à Côte D'Azur, mas isso é outra história.
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