Saímos cedo de Gênova, e podemos dizer que sem conhecê-la, verdadeiramente, já que queríamos, avidamente, alcançar a Toscana!
O caminho até a autoestrada acabou revelando uma cidade mais simpática, do que a percepção do dia anterior, inclusive com um trecho litorâneo bastante atraente.
Assim que entramos na Itália percebemos uma elevação de preços dos combustíveis.
O veículo que alugamos era movido à gasolina, cujo preço por litro era da ordem de 1,4 euros na Espanha, de 1,6 euros na França, e de 1,8 euros na Itália.
O nosso destino era Florença, mas no meio do caminho havia Lucca, cujo centro histórico, onde se localiza a prefeitura, é uma cidade cercada por uma grande muralha medieval.
Estacionamos o carro bem em frente à entrada principal, e tivemos a sorte de receber de um desconhecido um ticket com estacionamento pago por mais duas ou três horas.
Assim que entramos nos deparamos com uma gravação cinematográfica envolvendo um grande número de participantes, e após uma paradinha para assistir as tentativas de tomadas, seguimos para explorar essa deliciosa cidade.
Infelizmente, após uma breve, mas intensa incursão, resolvi sacar um dindin e o meu cartão ficou preso na máquina. Fui ao banco local, e não consegui ajuda, mas a Monica, dona de um restaurante ali próximo, acabou oferecendo uma ajuda preciosa, de forma que além de cancelar o cartão foi possível matar as saudades da Luminha, que já estava acordada quando ligamos (Nina ainda dormia).
Depois de resolver tudo, e almoçar no restaurante da Monica, continuamos o passeio, e ficamos encantados com a cidade, que, além da arquitetura, do jeito alegre e irreverente das pessoas, tem toda a infraestrutura que torna os passeios mais agradáveis, com suas praças, seus cafés, gelaterias, e as lojinhas com todo o tipo de coisinhas que se espera encontrar neste tipo de passeio.
Os preços não estavam bons, de forma que ficamos olhando apenas.
Um sopro de felicidade nos invadiu, pois aquele era o primeiro contato com a Toscana, que já mostrava os seus ares.
Partimos para Florença com a expectativa em alta.
O visual ao longo da estrada é uma mistura de referências ao império romano com as culturas de uvas e azeitonas, e só isso já vale o ingresso.
No fim da tarde, ainda com muito sol pela frente, chegamos em Florença.
O GPS nos levou ao Hotel http://www.booking.com/hotel/it/villa-belvedere-firenze.pt-br.html?sid=628fefe6335bc9adc307840d389a68b2;dcid=2, que fica fora do centro histórico, e de onde podíamos flertar com o visual da toscana, bastando abrir as janelas do nosso quarto!
Deixamos as malas, e partimos para a Ponte Vecchio, caminhando desde o hotel.
Pelo caminho, paramos em uma casa de vinhos, em frente ao Palácio onde os Médici governaram Florença, e pude desfrutar de um Brunello di Montalcino, enquanto Rosana se deliciava com uma salada com queijos e muito azeite de Chianti.
Seguimos para a ponte, onde batemos as fotos até o pôr do sol, e depois de atravessá-la retornamos por outra ponte.
Estávamos cansados, mas ainda caminhamos um pouco mais, antes de pararmos na Plaza Santo Spirito para comermos uma pizza Margherita, que não tem nada a ver com a que comemos no Brasil.
A caminhada até o hotel foi um pouco puxada, pois as energias estavam no fim, mas o dia se encerrava, e começávamos a nos preparar para conhecer San Gimignano, mas isso é outra história.
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