terça-feira, 10 de julho de 2012

Deixando a Itália a caminho de Nice

Dia 14 de junho de 2012.
Deixamos a Toscana para trás, mas antes curtimos um pouquinho a pousada onde passamos bons momentos, registrando algumas fotos.
Saimos bem cedo para aproveitarmos o dia na Côte D'Azur, lembrando que Nice fica a uma distância considerável de Florença, razão pela qual desistimos de passar por Pisa.
Fomos direto à Nice, para almoçarmos por lá, mas nossa escolha não foi boa, pois havia melhores opções do que as que escolhemos com o apoio do livro que dispúnhamos.
Portanto, sugiro que não busquem (em Nice) as opçõres mais econômicas indicadas nos livros!
Estacionamos o nosso IBIZA ao lado do belíssimo Hotel Plaza, que oferecia um Formule (entrada, prato principal, sobremesa e bebida) a 15 euros, e acabamos caminhando bastante para chegar a um restaurante na Avenue Notre Dame, onde comemos, pelo mesmo valor, o prato do dia.
Na volta, descobrimos que já estávamos em um local charmoso, com todas as opções de serviços gastronômicos a preços muito melhores, em um ambiente muito legal, e conectado diretamente à Promenade des Anglais, pela rue Halevy.
Passeamos um pouco pelas ruas nesse entorno, onde podem ser vistas as lojas das melhores grifes, com preços impraticáveis para os pobres mortais, mas como olhar é de graça, foi o que fizemos, enquanto tomávamos um sorvetinho italiano.
A seguir, fomos à praia, e retomamos o contato com aquele azul especial, que banha um monte de pedras onde as pessoas se deitam para tomar sol.
Alguns trechos são pagos, e é tudo muito caro, mas o conforto é total para quem não está preocupado com custos.
Belíssima cidade, e merece um pouco mais de tempo, pois há muito a se explorar a partir da Promenade des Anglais.
No entanto, queríamos conhecer Mônaco, e partimos prá lá, com a preocupação de retornarmos ainda com luz para encontrarmos o hotel.
Chegamos em Mônaco no entorno das 17:00 horas, e acabamos enfrentando engarrafamentos.
Depois de algumas voltas procurando onde estacionar o carro acabamos encontrando um lugar legal, de graça, tomamos um ônibus, e fomos visitar o príncipe (risos).
O ticket é comprado no próprio veículo, como aqui no Brasil, e é vendido pelo motorista, mas no meio do caminho surgiu um fiscal que pediu para comprovarmos a aquisição.
De uma forma geral, os tickets para o transporte público são vendidos em máquinas, ou em outros estabelecimentos, como foi o caso de Florença (um bar), mas cabe ao passageiro registrar a utilização do ticket no interior do veículo, e é isso que o fiscal verifica.
O príncipe saiu de sua casa bem no momento em que chegamos, mas nós não ligamos para desfeita e seguimos visitando o Jardim Exótico, de onde foi possível avistar algumas praias privadas, e um dos ancoradouros, com aquelas lanchinhas singelas, além das lojinhas, cafés e restaurantes bem ao lado das residências oficiais do principado, onde, inclusive, podíamos ter almoçado, pois os preços estavam melhores do que o que pagamos na Notre Dame em Nice.
De costas para o mar, o visual da cidade é único, tipo um favelão de luxo, pois os hotéis, e edificações de alto padrão estão amontoados, luxuosamente amontoados, neste principado que só pode ter crescimento vertical.
Foi um passeio muito gostoso por uma cidade glamourosa, mas tínhamos que ir para o nosso hotel em Nice, que ficava afastado, próximo aos alpes, e já estávamos cansados, e com fome.
O GPS nos levou direitinho ao hotel, apesar do local ser relativamente distante, e o acesso ser bastante sinuoso, e com várias ramificações, o que poderia complicar a correta identificação da rota, mas chegamos sem problemas.
Pelo caminho vimos vilarejos medievais, e ao fundo, os alpes.
Ao lado do hotel, de onde podíamos ver os alpes, havia um bom restaurante, onde comemos filé de cangaru, com um tinto da provence, em um serviço completo e delicioso.
Foi um belo dia, com uma noite gastronômica, mas precisávamos descansar, pois no dia seguinte seguiríamos para Montpellier, passando por Les Baus de Provence, mas isso já é uma outra história.



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