Acordamos cedo, tomamos o café sob os alpes, e seguimos para Les Baux de Provance.
O GPS estava tão encantado com aquele visual dos alpes que acabou nos levando para lá.
Fomos passando por castelos e comunidades medievais, muitos ciclistas profissionais, em uma estradinha florida, serpenteando pelo topo das montanhas.
Víamos umas construções medievais ao longe, e de repente estávamos lá, até que resolvi acabar com a festa, pois precisávamos ir na direção de Les Baux, e retornei até o GPS refazer a rota certa.
Acabamos pegando um engarrafamento antes de sairmos, pois havia uma obra no caminho, mas a viagem foi confortável, e chegamos a Les Baux no horário previsto.
Passamos por uns vilarejos onde Rosana queria ficar, mas seguimos em frente, até que chegamos, e ao estacionarmos ganhamos um ticket de estacionamento, como em outras oportunidades.
O primeiro contato foi muito acima da expectativa, pois bem antes de chegarmos ao castelo já estávamos encantados com a topografia do entorno, que é belíssima.
A visita ao castelo compreende uma parte não gratuita, e, como estávamos com tempo, resolvemos encarar.
Foi a decisão certa, pois há uma história contada a cada marco, com equipamentos usados nas batalhas medievais, e um visual que vale o ingresso.
É uma visita obrigatória, e das mais belas, de tudo o que vimos até aqui.
Rosana comprou umas coisinhas, e eu estava fisicamente derrubado, o que me atrapalhou um pouquinho, mas ficamos satisfeitos, e partimos para Montpellier.
A viagem foi tranquila, mas ao chegarmos em Montpellier o GPS perdeu a conexão com o satélite.
Fui dirigindo um pouco mais lentamente, esperando que a conexão voltasse, mas como isso não aconteceu, na primeira oportunidade que tive estacionei para averiguar onde estava, e o que fazer.
Ao sair do carro vi que tratava-se nada menos do que o hotel que me hospedaria http://www.booking.com/hotel/fr/montcentreantigone.pt-br.html?sid=628fefe6335bc9adc307840d389a68b2;dcid=2 !!!!!!
Bem, Deus ajuda a quem trabalha, e aos aposentados também, né?
A princípio, considerávamos uma parada para descanso em Montpellier, mas fomos surpreendidos por uma cidade encantadora, já que estávamos há dez minutos de caminhada até o centro histórico, onde o pessoal se reúne para comer e beber.
Acabamos encontrando um restaurante bastante interessante, e comi um coq au vin muito acima da média, acompanhado de um perfumadíssimo rosée, e finalizando com uma sobremesa de chocolate.
Foi uma caminhada agradável, mas acho que foi a gota d'água para o dia seguinte, quando conheceríamos Carcassone e Cadaqués, antes de retornar a Barcelona, mas isso já é outra história.
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